Segurança

O “tempo” não é o problema

DormirComputador IsiblogNovos resultados sobre jovens e uso excessivo da internet

Passar muito tempo online não é necessariamente um sinal de que um jovem tem problemas relacionados com o uso da internet. Esta é uma das principais conclusões do novo relatório da rede de investigação EU Kids Online que se debruçou sobre o uso excessivo da internet entre jovens dos 11 aos 16 anos na Europa.

Os resultados mostram como a maioria dos jovens gerem bem o uso da internet; os jovens que são mais vulneráveis ao uso excessivo da internet e às suas consequências negativas são os que são mais velhos, com problemas emocionais e aqueles que níveis elevados de procura de sensações.

A internet tornou-se uma parte integrante das vidas de crianças e jovens. Em Portugal, 54% das crianças e jovens anos usam a internet diariamente ou quase. O tempo crescente que os adolescentes passam online está a levantar questões sobre se estão a controlar o seu uso da internet. O projecto EU Kids Online perguntou portanto aos jovens com idades entre os 11 e os 16 anos com que frequência sentiam sinais de uso excessivo, como não dormir ou comer, não fazer os trabalhos de casa ou socializar devido ao tempo passado online, ou ter tentado passar menos tempo online.

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Como ajudar o seu filho com o cyberbullying

cyberbullyingNomes dolorosos. Assédio repetido. Extremo constrangimento. Como adultos, nós aprendemos a reconhecer os sinais de bullying mas, quando se trata de cyberbullying, os pais precisam estar mais vigilantes. A disponibilidade generalizada da web e dos telemóveis têm criado um ambiente rico para cyberbullying (definido como a utilização de meios digitais para repetidamente perseguir outra pessoa). Muitas vezes isso acontece sem nenhum conhecimento dos funcionários da escola e/ou dos pais.

Embora seja difícil presenciar o seu filho a tentar lidar com o assédio moral, eles não têm que passar por isso sozinhos. Você pode oferecer apoio e ajudar o seu filho nesta difícil situação, usando uma variedade de estratégias.

Se suspeita que o seu filho pode ter sido vítima de cyberbullying:

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Amanda, 15 anos, que não resistiu a três anos de ciberbullying

Amanda Todd “Ainda estou aqui não estou?” A pergunta foi feita por Amanda Todd há menos de um mês e a resposta agora é não. Uma fotografia roubada aos 12 anos a esta adolescente canadiana tirou-lhe a vida aos 15. Amanda foi vítima de ciberbullying durante três anos por ter mostrado o peito a um desconhecido na Internet. Fez um vídeo a pedir ajuda que foi publicado há um mês no Youtube. A solidariedade acabou por chegar já apenas como homenagem: antes disso, ela suicidou-se.

 

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UM DIA ACABO COM TUDO

A imprensa de hoje refere a tragédia que afligiu uma menina canadiana que aos 15 anos deu fim à sua narrativa após três anos de sofrimento intenso vítima de uma forma emergente de bullying, ciberbullying. Tudo começou com uma fotografia ingenuamente colocada nas mãos de alguém que a divulgou e as consequências foram trágicas.

Felizmente que os casos de bullying nas suas diversas formas não terminam todos nesta tragédia, mas são sempre uma tragédia.

Por outro lado, a frequência com que ocorrem estes episódios solicita que lhes dediquemos atenção ajustada, nem sobrevalorizando o que promove insegurança e ansiedade, nem desvalorizando negligenciando riscos e sofrimento.

Neste universo importa considerar dois eixos fundamentais de intervenção por demais conhecidos, a prevenção e a intervenção depois dos problemas ocorrerem. Esta intervenção pode, por sua vez e de forma simplista, assumir uma componente mais de apoio e correcção ou repressão e punição, sendo que podem coexistir.

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